Cem dias… nada quase da administração de Marcelo Crivella

 

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Foto: Prefeito Crivella

Em 1º de janeiro de 2017, quando tomou posse, dando início à gestão que chegou a seus aos cem dias (na segunda-feira dia 10/04), o bispo prefeito da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), parece so viver de promessas, de uma falta comunicação constante, por ideias e ações que não correspondem aos fatos das falas prometidas em campanhas.

Crivella parece não avançar em nada ou quase do mínimo de tudo. Assuntos de extrema relevância como Educação, não foram à frente. O Plano Municipal de Educação (PME), diretriz que define as metas da área, não houve progressão. O projeto foi barrado por uma movimentação conservadora.

Durante uma audiência pública realizada este mês (abril), na Câmara dos Vereadores do rio, cabos eleitorais da Igreja Universal e vereadores da base do bispo prefeito, lotaram as galerias da casa segurando cartazes e bradavam palavras de ordem como: ”abaixo a ideologia de gênero e a erotização das nossas crianças”. A pergunta que não quer calar: quem em sã consciência é a favor da erotização infantil? Não é na escola em ambiente de aprendizagem que se coloca em discussão assuntos pertinente ao comportamento dos indivíduos?  Os manifestantes se diziam contra a palavra “gênero” no documento.

Ao que parece, Crivella ainda não separou ainda seu lado pastor evangélico do gestor municipal. A consciência de que ele está na gestão municipal da segunda maior cidade do Brasil ainda não o abateu.

Sobre a promessa e o mote de campanha do bispo prefeito que era: “quero cuidar das pessoas”, de você, ainda não ficou muito claro até agora quem são esses cidadãos que ele mencionava em campanha. Talvez, as pessoas que ele sempre esteve em mente como forma de cuidados, foram os membros da sua própria família. A base de muita polêmica e sem sucesso, a nomeação o filho para uma pasta. A tentativa não foi a frente. Houve a intervenção do SFT no caso. O disse me disse parece não ter fim. O prefeito foi acusado de pedir a demissão de um jornalista por ele ter feito uma matéria sobre a vacina da febre amarela em postos municipais do rio. A questão parecia tão simples. Qualquer pessoa tem o mesmo direito de resposta e espaço ao se sentir prejudicado por uma reportagem ou matéria publicada por qualquer meio de comunicação. Ele também já nomeou um morto para uma assessoria de marketing (fato ocorrido em fevereiro). Outra ação cometida pela gestão municipal do bispo foi a nomeação da merendeira kelly Serra do Amaral, (a mesma se dizia bacharel em Direito e logo foi descoberta a farsa), foi exonerada no dia 13/04. Até hoje o pessoal da Coord. Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio espera por uma audiência. Já se passaram cem dias. Mas nem tudo é desgraça na administração do Crivella. É que ele decidiu retoma as obras da do BRT Trasbrasil do trecho que vai de Deodoro a até o Caju. Vamos aguardar o que vem por aí.

pablomarlon@basedenoticias.com.br

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